{"id":1849,"date":"2020-02-11T10:16:43","date_gmt":"2020-02-11T13:16:43","guid":{"rendered":"http:\/\/neuro.ufrn.br\/blog\/?p=1849"},"modified":"2020-02-11T10:17:56","modified_gmt":"2020-02-11T13:17:56","slug":"mandacaru-cientifico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuro.ufrn.br\/blog\/index.php\/2020\/02\/11\/mandacaru-cientifico\/","title":{"rendered":"MANDACARU CIENT\u00cdFICO"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Reconhecida mundialmente, Nat\u00e1lia Mota carrega o Nordeste em busca de igualdade e apoio \u00e0 ci\u00eancia<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"> <em><strong>RAFAEL DUARTE  &#8211; ECOA<\/strong><\/em><strong><em>\/UOL<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando mandacaru floresce na seca \u00e9 sinal de que venceu a resist\u00eancia na paisagem nordestina. A flor s\u00edmbolo da regi\u00e3o, que nasce do cacto no sert\u00e3o brasileiro, \u00e9 a primeira imagem que vem \u00e0 cabe\u00e7a da psiquiatra e neurocientista Nat\u00e1lia Mota quando algu\u00e9m pergunta se ela pensa em deixar o pa\u00eds em meio ao retrocesso social e ao corte de investimento federal nas \u00e1reas de ci\u00eancia e tecnologia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Aos 35 anos, com gradua\u00e7\u00e3o, mestrado e doutorado pela UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), a neurocientista Nat\u00e1lia Mota se orgulha de nunca ter sa\u00eddo do Nordeste para estudar. Natural de Fortaleza, de onde herdou o bom humor, e radicada em Natal h\u00e1 20 anos, foi a \u00fanica cientista sul-americana indicada ao pr\u00eamio Nature Research Award de 2019, voltado para mulheres cientistas que inspiram outras mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O reconhecimento veio por conta do projeto que desenvolve desde 2016, em que, a partir de um programa de computador, consegue reduzir o tempo do diagn\u00f3stico de esquizofrenia \u2014 que geralmente leva dois anos. Contribuindo, assim, para antecipar tratamentos e controlar o dist\u00farbio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesta ter\u00e7a-feira (11), em que a ONU (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas) celebra o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ci\u00eancia, a neurocientista conta como trava todos os dias uma batalha pessoal em defesa da presen\u00e7a de mais mulheres na ci\u00eancia e a trajet\u00f3ria, que inclui centenas de horas de pesquisa em laborat\u00f3rio e resid\u00eancia m\u00e9dica intercaladas com a vida pessoal de quem teve duas gesta\u00e7\u00f5es durante este processo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LEIA REPORTAGEM COMPLETA <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/ecoa\/reportagens-especiais\/causador-natalia-mota\/index.htm#tematico-1\"><strong>AQUI<\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reconhecida mundialmente, Nat\u00e1lia Mota carrega o Nordeste em busca de igualdade e apoio \u00e0 ci\u00eancia RAFAEL DUARTE &#8211; ECOA\/UOL Quando mandacaru floresce na seca \u00e9 sinal de que venceu a resist\u00eancia na paisagem nordestina. 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