{"id":150,"date":"2015-10-13T00:00:00","date_gmt":"2015-10-13T03:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2018-10-05T17:09:41","modified_gmt":"2018-10-05T20:09:41","slug":"nota-de-esclarecimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuro.ufrn.br\/blog\/index.php\/2015\/10\/13\/nota-de-esclarecimento\/","title":{"rendered":"Nota de Esclarecimento"},"content":{"rendered":"<p>O Instituto do C\u00e9rebro (ICe) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) informa que a reportagem \u201cTCU aponta irregularidades em obra de Miguel Nicolelis\u201d, publicada pela Folha de S. Paulo, apresenta um erro sobre a origem da unidade acad\u00eamica, pois a cria\u00e7\u00e3o do projeto de repatria\u00e7\u00e3o de neurocientistas brasileiros ocorreu, em 1995, com Claudio Mello, Sergio Neuenschwander e Sidarta Ribeiro.<\/p>\n<p>Os tr\u00eas pesquisadores elaboraram a primeira vers\u00e3o do projeto e receberam o apoio do pr\u00eamio Nobel Torsten Wiesel; do ent\u00e3o presidente do Banco de Boston, Henrique Meirelles; e de v\u00e1rios outros pesquisadores no Brasil e no exterior. Somente ap\u00f3s alguns anos, em 1998, o grupo firmou parceria com Miguel Nicolelis e o convidou para participar do projeto.<\/p>\n<p>Em 2003, Nicolelis passou a liderar a proposta de cria\u00e7\u00e3o de um instituto de pesquisa sobre o c\u00e9rebro, j\u00e1 na terceira vers\u00e3o do projeto. Portanto, a repatria\u00e7\u00e3o \u00e9 uma proposta que antecede a participa\u00e7\u00e3o de Nicolelis em alguns anos \u2013 e n\u00e3o por acaso foi o grupo idealizador que, de fato, regressou ao Brasil.<\/p>\n<p>O que aconteceu, em setembro de 2011, n\u00e3o foi meramente a sa\u00edda de professores da UFRN envolvidos no Instituto Internacional de Neuroci\u00eancia de Natal (IINN), mas sim a sa\u00edda de todos os professores que haviam sido repatriados, inclusive aqueles que iniciaram o projeto em 1995, para criar o Instituto do C\u00e9rebro da UFRN.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, o ICe-UFRN apresenta um n\u00famero significativo de publica\u00e7\u00e3o de artigos, mesmo contando com uma pequena fra\u00e7\u00e3o do total de recursos investidos no projeto. O que pode ser constatado observando a produ\u00e7\u00e3o anual, em 2011, quando o Instituto do C\u00e9rebro &#8211; UFRN registrou 15 artigos publicados; em 2012, foram 29; no ano seguinte, 36; em 2014, 42; e at\u00e9 setembro de 2015 j\u00e1 foram produzidos 28 trabalhos, totalizando 150 pesquisas publicadas desde sua cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Essa produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 apenas significativa do ponto de vista quantitativo, mas tamb\u00e9m \u00e9 de alta qualidade, uma vez que mais de 60% dos trabalhos foram publicados em revistas Qualis \u201cA\u201d (n\u00edvel mais elevado de conceitua\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o intelectual utilizado pela Coordena\u00e7\u00e3o de Aperfei\u00e7oamento de Pessoal de N\u00edvel Superior \u2013 Capes).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Instituto do C\u00e9rebro (ICe) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) informa que a reportagem \u201cTCU aponta irregularidades em obra de Miguel Nicolelis\u201d, publicada pela Folha de S. 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